Vi aqui e ali, muitos vociferando que o governo está destruindo a cultura no Brasil.
Ora bolas, para você destruir algo, antes de qualquer coisa, esse algo precisa existir de forma concreta e harmônica. Explico-me: para você destruir um carro, esse mesmo carro precisa ter um mínimo de aparência e funcionalidade do que conceituamos como carro. Um monte de peças mecânicas, elétricas e eletrônicas jogadas caoticamente sobre uma estrada, ainda que todas pertençam a um determinado veículo, não se configura um veículo propriamente dito. É necessário que todas essas partes estejam harmonicamente unidas e minimamente funcionais para que sua unicidade torne real a existência de um carro.
Tendo assim explicado, afirmo categoricamente: não existe cultura possível de ser destruída no Brasil. Vejam, não estou falando de tradições culturais regionais, folclore e afins. Falo de cultura artística, musical, teatral, gráfica. Século 19 e 20 temos Machado de Assis, Rui Barbosa, Graciliano Ramos, Clarice Linspector, Tarsila do Amaral, Elis Regina, Chico Buarque, Gil, Caetano, Portinari, Di Cavalcanti, Pelé, Garrincha, Titans, Legião Urbana, Raul Seixas e inúmeros outros que não caberiam nessa postagem.
A partir dos anos 2000 vemos um declínio continuo quanto ao surgimento de novos criadores de cultura em nosso país.Surge o axe, sertanejo universitário, funk. E depois disso temos apenas...caos.
Fomos vilipendiados com os grunhidos do Pabllo Vittar, nos afogamos em angustia com as lamentações de corno da Marília Mendonça, bullynados com as frases ininteligíveis de Anitta, adoecidos com a esquizofrenia lasciva dos artistas globais, sem esperanças com o cai cai de menino Ney e uma completa ausência da beleza e harmonia que compõe o húmus necessário para o surgimento de uma verdadeira e prolífica cultura.
A classe artística brasileira, hoje, resume-se a gritos, lamentos, insanidade e feiura (que o diga Jojo Todynho). É a visão acabada do inferno.
Sendo assim, como o governo pode estar destruindo o que não existe? Seria como jogar bombinhas de São João em cima da cidade de Hiroshima um dia depois da devastação atômica. 20 anos de esquerda no poder tem o mesmo efeito destruidor.
Ora bolas, para você destruir algo, antes de qualquer coisa, esse algo precisa existir de forma concreta e harmônica. Explico-me: para você destruir um carro, esse mesmo carro precisa ter um mínimo de aparência e funcionalidade do que conceituamos como carro. Um monte de peças mecânicas, elétricas e eletrônicas jogadas caoticamente sobre uma estrada, ainda que todas pertençam a um determinado veículo, não se configura um veículo propriamente dito. É necessário que todas essas partes estejam harmonicamente unidas e minimamente funcionais para que sua unicidade torne real a existência de um carro.
Tendo assim explicado, afirmo categoricamente: não existe cultura possível de ser destruída no Brasil. Vejam, não estou falando de tradições culturais regionais, folclore e afins. Falo de cultura artística, musical, teatral, gráfica. Século 19 e 20 temos Machado de Assis, Rui Barbosa, Graciliano Ramos, Clarice Linspector, Tarsila do Amaral, Elis Regina, Chico Buarque, Gil, Caetano, Portinari, Di Cavalcanti, Pelé, Garrincha, Titans, Legião Urbana, Raul Seixas e inúmeros outros que não caberiam nessa postagem.
A partir dos anos 2000 vemos um declínio continuo quanto ao surgimento de novos criadores de cultura em nosso país.Surge o axe, sertanejo universitário, funk. E depois disso temos apenas...caos.
Fomos vilipendiados com os grunhidos do Pabllo Vittar, nos afogamos em angustia com as lamentações de corno da Marília Mendonça, bullynados com as frases ininteligíveis de Anitta, adoecidos com a esquizofrenia lasciva dos artistas globais, sem esperanças com o cai cai de menino Ney e uma completa ausência da beleza e harmonia que compõe o húmus necessário para o surgimento de uma verdadeira e prolífica cultura.
A classe artística brasileira, hoje, resume-se a gritos, lamentos, insanidade e feiura (que o diga Jojo Todynho). É a visão acabada do inferno.
Sendo assim, como o governo pode estar destruindo o que não existe? Seria como jogar bombinhas de São João em cima da cidade de Hiroshima um dia depois da devastação atômica. 20 anos de esquerda no poder tem o mesmo efeito destruidor.
Findo com a sabedoria de Roger Scruton: "Uma palavra é escrita em letras garrafais em todas estas coisas feias, e a palavra é: EGOÍSMO. "Meus lucros", "meus desejos", "meus prazeres". E a arte não tem o que dizer em resposta, apenas: "sim, faça isso"! Penso que estamos perdendo a beleza e existe o perigo de que, com isso, percamos o sentido da vida."
Comentários
Postar um comentário